Seja bem-vindo ao nosso blog.
Este é o nosso canal de comunicação!
Este é o nosso canal de comunicação!
Qualquer dúvida, contribuição, sugestão ou crítica, escreva-nos: juventude_espirita@hotmail.com
Mostrando postagens com marcador O Livro dos Espíritos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador O Livro dos Espíritos. Mostrar todas as postagens
domingo, 13 de agosto de 2017
quinta-feira, 10 de agosto de 2017
quarta-feira, 26 de julho de 2017
Jesus, Guia e Modelo da humanidade
"Jesus é para o homem o tipo de perfeição moral a que pode aspirar a Humanidade na Terra. Deus no-lo oferece como o mais perfeito modelo e a doutrina que ele ensinou é a mais pura expressão de sua lei, porque ele estava animado do espírito divino e foi o ser mais puro que já apareceu na Terra.
Se alguns dos que pretenderam instruir os homens na lei de Deus algumas vezes se desviaram para falsos princípios, foi por se deixarem dominar por sentimentos demasiado terrenos e por terem confundido as leis que regem as condições da vida da alma com as que regem a vida do corpo. Muitos deles apresentaram como leis divinas o que era apenas leis humanas, instruídas para servir às paixões e dominar os homens."
Comentário de Allan Kardec à questão 625 de O Livro dos Espíritos
terça-feira, 25 de julho de 2017
Conhecendo as obras básicas: Objetivos da encarnação
Conhecendo as obras básicas
Pergunta
132 do ''O Livro dos Espíritos''
P:
Qual o objetivo da encarnação dos espíritos?
R:
“Deus lhes impõe a encarnação com o fim de fazê-los chegar à perfeição. Para
uns, é expiação; para outros, missão. Mas, para alcançarem essa perfeição, têm
que sofrer todas as vicissitudes da existência corporal: nisso é que está a
expiação. Visa ainda outro fim a encarnação: o de pôr o Espírito em condições
de suportar a parte que lhe toca na obra da criação. Para executá-la é que, em cada
mundo, toma o Espírito um instrumento, de harmonia com a matéria essencial
desse mundo, a fim de aí cumprir, daquele ponto de vista, as ordens de Deus. É
assim que, concorrendo para a obra geral, ele próprio se adianta.”
O
Livro dos Espíritos - cap II - Encarnação dos espíritos.
quarta-feira, 12 de julho de 2017
quarta-feira, 21 de junho de 2017
quinta-feira, 1 de junho de 2017
sexta-feira, 26 de maio de 2017
terça-feira, 23 de maio de 2017
quarta-feira, 17 de maio de 2017
terça-feira, 16 de maio de 2017
terça-feira, 28 de março de 2017
Conhecendo as obras básicas: Conhecimento de si mesmo
919. Qual o meio prático
mais eficaz que tem o homem de se melhorar nesta vida e de resistir à atração
do mal?
“O que disse um sábio da antiguidade: Conhece-te a ti mesmo”.
a) Conhecemos toda a
sabedoria desta máxima, porém a dificuldade está precisamente em cada um
conhecer-se a si mesmo. Qual o meio de consegui-lo?
“Fazei o que eu fazia quando vivi na Terra: ao fim do dia,
interrogava a minha consciência, revistando tudo que fizera e perguntava a mim
mesmo se não faltou a algum dever, se ninguém teve motivo para se queixar de
mim. Foi assim que cheguei a me conhecer e a ver o que em mim precisava de
reforma. Aquele que, todas as noites, recordasse todas as ações que praticara
durante o dia e inquirisse a si mesmo o bem ou o mal que houvera feito, rogando
a Deus e ao seu anjo da guarda que o esclarecessem, grande força adquiriria
para se aperfeiçoar, porque — acreditem em mim —, Deus o ajudaria. Portanto,
dirijam perguntas a si mesmos, interroguem sobre o que fazem e com que objetivo
procedem em tal ou tal circunstância, sobre se fizeram alguma coisa que
reclamariam se fosse feita por outro; sobre se agiram de modo que não teriam
coragem de confessar. Perguntai ainda mais: ‘Se fosse agradável a Deus chamar-me
neste momento, teria que temer o olhar de alguém, ao entrar de novo no mundo
dos Espíritos, onde nada pode ser ocultado.
“Examinem o que puderam ter feito contra Deus, depois contra os
outros e, finalmente, contra vocês mesmos. As respostas darão, ou o descanso
para a consciência, ou a indicação de um mal que precise ser curado.
“O conhecimento de si mesmo é, portanto, a chave do progresso
individual. Mas, vocês dirão: como alguém pode julgar a si mesmo? Não está aí a
ilusão do amor-próprio para suavizar as faltas e torná-las desculpáveis? O
avarento se considera apenas econômico e previdente; o orgulhoso julga que em
si só há dignidade. Isto é muito real, mas há um meio de verificação que não
pode iludir a ninguém: quando estiverem indecisos sobre o valor de uma de suas
ações, examinem como a qualificariam se fosse praticada por outra pessoa. Se a
censurariam em outros, não podem ter por legítima quando forem o seu autor,
pois que Deus não usa de duas medidas na aplicação da justiça. Procurem também
saber o que dela pensam os seus semelhantes e não desprezem a opinião dos
inimigos, pois esses nenhum interesse têm em mascarar a verdade e Deus muitas
vezes os coloca ao lado de vocês como um espelho, a fim de que sejam advertidos
com mais franqueza do que o faria um amigo. Indaguem, conseguintemente, a sua
consciência aquele que se sinta possuído do desejo sério de se melhorar, a fim
de extirpar de si os maus pendores, bem como arranca as ervas daninhas do seu
jardim; a exemplo do comerciante, façam balancete no seu dia moral para,
avaliar suas perdas e seus lucros e asseguramos que a conta destes será mais
avultada que a daquelas. Se puder dizer que foi bom o seu dia, poderá dormir em
paz e aguardar sem receio o despertar na outra vida.
“Então, formulem em vocês mesmos questões nítidas e precisas e não
temam em multiplicá-las. É justo que se gastem alguns minutos para conquistar
uma felicidade eterna. Não trabalham todos os dias com o fim de juntar bens que
vos garantam repouso na velhice? Esse não é o objetivo de todos os seus
desejos, o fim que faz suportar fadigas e privações temporárias? Pois bem! O
que é esse o descanso de alguns dias, turbado sempre pelas enfermidades do
corpo, em comparação com o que espera o homem de bem? Não valerá este outro a pena
de alguns esforços? Sabemos que há muitos que dizem ser positivo o presente e
incerto o futuro. Ora, esta é exatamente a ideia que estamos encarregados de
eliminar do íntimo de vocês, visto que desejamos fazer que compreendam esse
futuro, de modo a não restar nenhuma dúvida na alma. Por isso foi que primeiro
chamamos a sua atenção por meio de fenômenos capazes de ferir os sentidos e que
agora damos instruções, que cada um de vocês se acha encarregado de espalhar.
Com este objetivo é que ditamos O LIVRO DOS ESPÍRITOS.”
Santo Agostinho
Muitas faltas que cometemos
passam despercebidas por nós; se, de fato, seguindo o conselho de Santo Agostinho,
interrogarmos mais frequentemente nossa consciência, veremos quantas vezes falhamos
sem perceber, por não examinar a natureza e a motivação de nossos atos. A forma
interrogativa tem alguma coisa de mais preciso do que o ensinamento do
“conhece-te a ti mesmo”, que geralmente não se aplica a nós mesmos. Ela exige
respostas categóricas, por um sim ou um não, que não deixam alternativa; são
igualmente argumentos pessoais, e pela soma das respostas pode-se calcular a
soma do bem e do mal que está em nós.
O Livro dos Espíritos
Parte Terceira: Das Leis Morais | Cap. XII Da Perfeição Moral
domingo, 12 de fevereiro de 2017
Conhecendo as obras básicas: Laços de Família
Laços de Família
Pergunta 774. Há pessoas que, do fato de os animais ao cabo de
certo tempo abandonarem suas crias, deduzem não serem os laços de família,
entre os homens, mais do que resultado dos costumes sociais e não efeito de uma
lei da Natureza. Que devemos pensar a esse respeito?
Resposta: “Diverso do dos animais é o destino do homem. Por que,
então, querem identificá-lo com estes? Há no homem alguma coisa mais, além das necessidades
físicas: há a necessidade de progredir. Os laços sociais são necessários ao
progresso e os de família mais apertados tomam os primeiros. Eis por que os
segundos constituem uma lei da Natureza. Quis Deus que, por essa forma, os
homens aprendessem a amar-se como irmãos.”
Pergunta 775. Qual seria, para a sociedade, o resultado do
relaxamento dos laços de família?
Resposta: “Uma recrudescência do egoísmo.”
(“O Livro dos Espíritos” Allan Kardec)
Assinar:
Postagens (Atom)











