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terça-feira, 12 de abril de 2016

Conhecendo as obras básicas: A Gênese

Bom dia amigos!

Vamos estudar as obras básicas da Doutrina Espírita?


Terça é dia de conhecer as obras da Codificação Kardequiana. 

Hoje apresentamos a quinta obra publicada: A Gênese, publicada em 1868. 

Para fazer o download desta obra, clique aqui!

Venham estudar conosco!

A GÊNESE



"É uma das cinco obras básicas da Codificação do Espiritismo. 

É um livro que, conhecido e estudado, proporciona uma oportunidade excepcional de imersão em grandes temas de interesse universal, abordados de forma lógica, racional e reveladora. 

Divide-se em três partes: Na primeira parte, analisa a origem do planeta Terra, de forma coerente, fugindo às interpretações misteriosas e mágicas sobre a criação do mundo.

Em sua segunda parte, aborda a questão dos milagres, explicando a natureza dos fluidos e os fatos extraordinários contidos no Evangelho.

Na terceira parte enfoca as predições do Evangelho, os sinais dos tempos e a geração nova, que marcará um novo tempo no Mundo com a prática da justiça, da paz e da fraternidade. 

Os assuntos apresentados nos dezoito capítulos desta obra têm como base a imutabilidade das grandiosas Leis Divinas."

Fonte: Site da FEB

segunda-feira, 15 de julho de 2013

Um livro esquecido: A Gênese, de Allan Kardec


Um livro esquecido: A Gênese, de Allan Kardec

Tesouros imensos de conhecimentos estão presentes nas páginas luminosas do último das cinco obras básicas da Codificação Espírita organizada por Allan Kardec. Seja pelo extraordinário capítulo I – Caráter da Revelação Espírita, com considerações de grave importância para o entendimento
da proposta do Espiritismo, seja pelos capítulos II – Deus e III – O bem e o mal, ou pelos preciosos textos do subtítulo Os Milagres (capítulos XIII ao XV) e do subtítulo As Predições (capítulos XVI ao XVIII), a obra precisa ser mais estudada e divulgada.

Embora os capítulos VI a XII possam requerer mais persistência do leitor, não podemos esquecer os capítulos IV – Papel da Ciência na Gênese e V – Antigos e modernos sistemas do mundo e nem dispensar a valiosa Introdução.

Incessante desejo de fazer o bem

Todavia, para motivar o leitor, transcrevo parcialmente o item 2 do capítulo XV – Os Milagres do Evangelho, onde estão os fenômenos ligados à vida de Jesus durante sua permanência no planeta, como as curas (com diversas descrições e comentários de Kardec), os sonhos, a estrela dos magos, dupla vista, o beijo de Judas, a pesca milagrosa, os casos de possessos e das ressurreições da filha de Jairo, do filho da viúva de Naim; o caminhar sobre as águas, a transfiguração, a tempestade acalmada, a multiplicação de pães, entre outras maravilhosas anotações. Submeto ao leitor a referida transcrição parcial, comentando sobre a superioridade da natureza de Jesus:

“(...) não podemos deixar de reconhecê-lo um dos de ordem mais elevada, e colocado, por suas virtudes, muitíssimo acima da humanidade terrestre. Pelos imensos resultados que produziu, a sua encarnação neste mundo forçosamente há de ter sido uma dessas missões que a Divindade somente a seus mensageiros diretos confia, para cumprimento de seus desígnios. (...) como Espírito puro, desprendido da matéria, havia de viver mais da vida espiritual, do que da vida corporal, de cujas fraquezas não era passível. (...) Sua alma, provavelmente, não se achava presa ao corpo, senão pelos laços estritamente indispensáveis. Constantemente desprendida, ela decerto lhe dava dupla vista, não só permanente, como de excepcional penetração e superior de muito à que de ordinário possuem os homens comuns. O mesmo havia de dar-se, nele, com relação a todos os fenômenos que dependem dos fluidos perispirituais ou psíquicos. A qualidade desses fluidos lhe conferia imensa força magnética, secundada pelo incessante desejo de fazer o bem. Agiria como médium nas curas que operava? Poder-se-á considerá-lo poderoso médium curador? Não, porquanto o médium é um intermediário, um instrumento de que se servem os Espíritos desencarnados e o Cristo não precisava de assistência, pois que era ele quem assistia os outros. Agia por si mesmo, em virtude de seu poder pessoal (...). Que Espírito, ao demais, ousaria insuflar-lhe seus próprios pensamentos e encarregá-lo de os transmitir? Se algum influxo estranho recebia, esse só de Deus lhe poderia vir. Segundo definição dada por um Espírito, ele era médium de Deus”.

Não é extraordinário pensar no alcance da transcrição acima? Nesses tempos de desarmonia, de dificuldades atrozes que assolam o planeta, como não pensar no Modelo e Guia da Humanidade? Como não buscá-lo, segui-lo?

Conforto patente

Por isso busquemos também os capítulos XVI a XVIII de A Gênese, especialmente para nos embasarmos nas lições vivas do Evangelho, ali transcritas e comentadas pela lucidez de Kardec, culminando no último capítulo com a expressiva e confortadora página A geração nova, em texto estruturado na lógica, no bem e na patente presença de Jesus junto à humanidade, indicando a natural condução do amor que nos dirige a caminhada.

Nestes 145 anos de A Gênese, voltemos a estudá-la e divulgá-la, como ela bem merece, assim como as demais mais conhecidas.

                 Orson Peter Carrara

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Para refletir...


Sendo Deus o princípio de todas as coisas e sendo todo sabedoria, todo bondade, todo justiça, tudo o que dele procede há de participar dos seus atributos, porquanto o que é infinitamente sábio, justo e bom nada pode produzir que seja ininteligente, mau e injusto. O mal que observamos não pode ter nele a sua origem. (A Gênese, Capítulo 3 - Item 1)


quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Considerações de Kardec sobre o estudo bíblico


Considerações de Kardec sobre o estudo bíblico

Este ano, nos propusemos a estar na rota do Evangelho. Neste caminho, encontramos diversos amigos que nos auxiliam a entender um pouco mais não só as palavras de Jesus, mas Sua cultura, Seus exemplos e Sua personalidade!

Hoje veremos um trecho muito esclarecedor de Kardec sobre o estudo bíblico, encontrado no livro A Gênese, capítulo IV, item 6.