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terça-feira, 11 de outubro de 2011
Provação
Provação
Se
a provação se te abateu sobre o espírito de tal modo que já não sabes, de
pronto, como orientar o próprio caminho, não te entregues a qualquer atitude
negativa.
Recorda
que o desânino é fator de mais amplo abatimento.
Suicídio
se te faria calamidade.
Queixas
não te adiantariam.
Acusações
contra outrem te agravariam o quadro de inquietações.
A fuga
te lançaria em descrédito.
O
desespero te induziria ao desiquílibrio.
Confidências
amargas te mergulhariam em problemas inúteis.
Mágoa
te travaria idéias infelizes.
A
única saída para superar qualquer provação será enfrentá-la com humildade e
coragem, procurando-se esquecer o mal e seguir o bem, trabalhar e servir com
ânimo e decisão, reconhecendo-se que a Divina Providência, amanhã, nos fará
novo dia.
Mensagem extraida do Livro
Hoje - Francisco Candido Xavier pelo Espírito Emmanuel.
JESUS VEIO - do livro: Caminho, Verdade e Vida
JESUS
VEIO
“Mas
aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos
homens.” Paulo. (FILIPENSES, 2: 7.)
Muitos discípulos falam de extremas dificuldades por estabelecer
boas obras nos serviços de confraternização evangélica, alegando o estado
infeliz de ignorância em que se compraz imensa percentagem de criaturas da
Terra.
Entretanto, tais reclamações não são justas.
Para executar sua divina missão de amor, Jesus não contou com a colaboração
imediata de Espíritos aperfeiçoados e compreensivos e, sim, “aniquilouse a si
mesmo, tomando a forma de servo, fazendo-se semelhante aos homens”.
Não podíamos ir ter com o Salvador, em sua posição sublime;
todavia, o
Mestre veio até nós, apagando temporariamente a sua auréola de
luz, de maneira a beneficiar-nos sem traços de sensacionalismo.
O exemplo de Jesus, nesse particular, representa lição demasiado
profunda.
Ninguém alegue conquistas intelectuais ou sentimentais como
razão para desentendimento com os irmãos da Terra.
Homem algum dos que passaram pelo orbe alcançou as culminâncias
do Cristo. No entanto, vemo-lo à mesa dos pecadores, dirigindo-se fraternalmente
a meretrizes, ministrando seu derradeiro testemunho entre ladrões.
Se teu próximo não pode alçar-se ao plano espiritual em que te
encontras, podes ir ao encontro dele, para o bom serviço da fraternidade e da
iluminação, sem aparatos que lhe ofendam a inferioridade.
Recorda a demonstração do Mestre Divino.
Para vir a nós, aniquilou a si próprio, ingressando no mundo
como filho sem berço e ausentando-se do trabalho glorioso, como servo
crucificado.
Emmanuel (psicografia Chico Xavier) Livro: Caminho, Verdade e
Vida
domingo, 9 de outubro de 2011
I Gincana Cultural Solidária - Geração Z: Vale a pena ter para ser????
Em dezembro...
VI Encontro da Juventude Espírita Coronel Fabriciano Ano III
I Gincana Cultural Solidária
Geração Z: Vale a pena ter para ser????
I Gincana Cultural Solidária
Geração Z: Vale a pena ter para ser????
Eu vou participar, e você?
sábado, 8 de outubro de 2011
Dica de música: "Caminhar com fé" de Dênis Soares, com participação de Vanessa
Caros amigos,
A música que gostaria de compartilhar hoje, inspirada ainda em nosso último encontro cujo tema foi Alegria da Prece, fala da fé e de tudo aquilo que podemos fazer, acreditando em nosso potencial e no Amor de Nosso Pai para com todos nós.
A letra é muito linda, a melodia é bem alegre e os dois cantores nos levam
a viajar com suas belíssimas vozes. A letra foi escrita pelo cantor e
compositor Dênis Soares. Se você quiser baixar estas e outras músicas dele, ou
mesmo conhecê-lo, é só entrar no site Viajante do Universo.
Esperamos que curtam!
com carinho...
Reflexões necessárias
Caros amigos,
Compartilho com vocês uma mensagem que foi recebida pelos amigos espirituais e que é necessário a nossa reflexão íntima.
Abraços fraternos,
O poder da oração
O poder da oração
Jovem amigo,
A
oração possibilita-nos o intercâmbio espiritual. Devemos fazer uso dela sempre.
Vejamos o seu valor a partir da história apresentada pelo Espírito Meimei.
"Num
país europeu, certa tarde, muito chuvosa, um maquinista, cheio de fé em Deus,
começando a acionar a locomotiva com o trem repleto de passageiros para longa
viagem, fixou o céu escuro e repetiu, com muito sentimento a oração dominical.
O
comboio percorreu léguas e léguas, dentro das trevas densas, quando, alta
noite, ele viu, à luz do farol aceso, alguns sinais que lhe pareceram feitos
pela sombra de dois braços angustiados a lhe pedirem atenção e socorro.
Emocionado,
fez o trem parar, de repente, e, seguido de muitos viajantes, correu pelos
trilhos de ferro, procurando verificar se estavam ameaçados de algum perigo.
Depois
de alguns passos, foram surpreendidos por gigantesca inundação que, invadindo a
terra com violência, destruíra a ponte que o comboio deveria atravessar.
O trem
fora salvo, milagrosamente.
Tomados
de infinita alegria, o maquinista e os viajores procuraram a pessoa que lhe
fornecera o aviso salvador, mas ninguém aparecia. Intrigados, continuaram na
busca quando encontraram no chão um grande morcego agonizante. O enorme voador
batera as asas, à frente do farol, em forma de dois braços agitados, e caíra
sob as engrenagens. O maquinista retirou-o com cuidado e carinho, mostrou-o aos
passageiros assombrados e contou como orara, ardentemente, invocando a
protecção de Deus, antes de partir.
E, ali
mesmo ajoelhou-se, perante o morcego que acabava de morrer, exclamando em alta
voz:
Pai
nosso, que estás no Céu, santificado seja o teu nome, venha a nós o teu Reino,
seja feita a tua vontade, assim na Terra como no Céu; o pão nosso de cada dia
dá-nos hoje, perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos
devedores, não nos deixes cair em tentação e livra-nos do mal, porque teus são
o Reino, o poder e a glória para sempre. Assim seja.
Quando
acabou de orar, grande quietude reinava na paisagem.
Todos
os passageiros, crentes e descrentes, estavam também ajoelhados, repetindo a
prece com amoroso respeito. Alguns choravam de emoção e reconhecimento,
agradecendo ao Pai Celestial que lhe salvara a vida por intermédio de um animal
que infunde tanto pavor às criaturas humanas. E até a chuva parara de cair,
como se o céu silencioso estivesse igualmente acompanhando a sublime
oração."
Francisco Candido Xavier no livro Ideias e ilustrações
(Autores: Diversos Espíritos)
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