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segunda-feira, 4 de setembro de 2017
sexta-feira, 1 de setembro de 2017
terça-feira, 29 de agosto de 2017
sexta-feira, 18 de agosto de 2017
Jesus e a semeadura
Jesus e a Semeadura
Allan Kardec,
o codificador da doutrina espírita, na questão 625 do Livro dos Espíritos,
interroga ao espírito da verdade qual seria o modelo mais perfeito que Deus
oferece a humanidade como guia e modelo. A resposta é simples, clara e objetiva:
Jesus.
O Cristo
demonstrou através de suas palavras e muito mais por suas atitudes, a condição
moral perfeita que está ao alcance de todos os homens encarnados na terra.
Embora, outros ilustres seres moralmente evoluídos terem compartilhado sua
existência neste mundo, nenhum atingiu a magnitude daquele que apresentou ao
mundo a lei de amor, justiça e caridade.
Livre dos
vícios e mazelas que assombram e atrasam a humanidade, as condutas de Jesus
sempre foram compatíveis com seus ensinamentos. A luz de seu espírito resultava
em condutas harmoniosas, porque vivia o que falava. Em lições de amor, porque
era mais do que um reformador moral. Em consolações, porque levava esperança e
falava da vida futura. Em devotamento, porque era fiel a seus princípios e a
sua missão terrena. Em justiça, porque tratava todos com igualdade, sem
qualquer tipo de distinção. E em bondade, porque era animado pelo Espírito
Divino, soberanamente justo e bom.
Os
ensinamentos foram propagados, entregues oportunamente a todos nós das mais
diversas formas, durante os vários milênios da existência humana. Comparando-se assim, a semeadura do
agricultor, que lança aos campos as sementes propícias ao desenvolvimento,
dependendo porém do estado de cada terreno para a resposta quanto à possibilidade
ou não de crescimento daquilo que lhe foi entregue. Falou assim Jesus através
da parábola do semeador.
A época de
Cristo, o costume era que as terras não fossem devidamente reservadas para o
plantio, como habitualmente assistimos nos dias de hoje. Muito pelo contrário,
as sementes eram lançadas nas condições que as terras se encontravam, ficando
cada pedaço entregue a sua própria sorte para desenvolvimento ou não daquilo
que lhe foi submetido.
O
questionamento natural remete-nos a tentar entender o porquê fomos comparados
com terrenos despreparados na famosa parábola do semeador.
Conversaremos mais
sobre estes ensinamentos do Mestre Jesus e de Seu convite à todos nós, no nosso
III Encontro da Juventude Espírita de
Coronel Fabriciano, neste domingo! O tema principal, Semeadores de Jesus,
se inspira no capitulo XVII do Evangelho Segundo o Espiritismo, “Sedes
perfeitos”.
O objetivo do
presente texto é apenas nortear o caro leitor quanto ao objeto de estudo em
mais um encontro organizado em prol da propagação dos ensinos de Jesus à luz do
Espiritismo.
Então, a
singela comparação de Jesus na parábola do semeador, compara a semente com a
palavra de Deus, verdadeiro tesouro moral, o Cristo por sua vez, na figura do
enviado de Deus, titular da verdade, é representado por aquele que lança, o
semeador que saiu a semear, o terreno, como já citado, somos nós, a humanidade,
que independente do grau evolutivo, recebe a oportunidade dos ensinamentos do
nosso guia e modelo.
A entrega dos
ensinamentos, independente do nível moral do individuo é resultante da justiça
divina. Cuja perfeição faz com que todos sejam tratados com igualdade, sem
excesso ou falta de oportunidades. Cabendo a cada individuo fazer-se
desenvolver através daquilo que lhe é entregue.
Nossa conduta
frente aos ensinamentos caracteriza a analogia usada por Jesus na parábola do
semeador. Tomar conhecimento das leis divinas e ensinamentos cristãos e ainda
assim ignorá-los, nos equipara àquele que foi perdido ao inicio da caminhada, derrotado
prematuramente em sua própria conduta de omissão.
Por sua vez,
não basta apenas acolher os ensinamentos, é necessário desenvolve-los, caso
contrário a missão da tentativa de semeadura restará fracassada, pois não
fixara raízes no terreno lançado, comparado na parábola ao terreno rochoso. Por
outro lado, quando recebemos e apesar disso ficamos reféns dos vícios terrenos
somos comparados as sementes presas ao espinheiro. De toda sorte, aquele que recebe
e pratica, vencendo a si mesmo, recebe em boa terra.
Assim, devemos
procurar deixar brilhar a alvorada da caridade em nossos corações, pois somente
assim contribuiremos para o nosso próprio desenvolvimento, dando exemplo e vida
a tudo que Jesus nos deixou. Fazendo deste mundo um ambiente mais amoroso,
fraterno e benevolente, livres das más
influencias das paixões mundanas, que estamos invariavelmente submetidos.
No entanto,
não desanimemos, a semente lançada precisa encontra terreno propício para o seu
desenvolvimento, sejamos, portanto, cada vez mais, estes. E acima de tudo,
Semeadores de Jesus!
Vitor Madureira
terça-feira, 15 de agosto de 2017
quinta-feira, 27 de julho de 2017
Palestra online: Os bem aventurados com Simão Pedro de Lima
Bom dia amigos!
Estamos estudando o evangelho, nos preparando para o nosso próximo encontro: Os Semeadores de Jesus!
Hoje compartilhamos mais uma palestra online de Simão Pedro de Lima, orador e expositor espírita mineiro.
Falando das bem aventuranças de Jesus, o orador nos fala sobre como o evangelho à luz da Doutrina Espírita pode nos auxiliar a alcançar a paz.
Vem estudar conosco!
Abraços fraternos
Estamos estudando o evangelho, nos preparando para o nosso próximo encontro: Os Semeadores de Jesus!
Hoje compartilhamos mais uma palestra online de Simão Pedro de Lima, orador e expositor espírita mineiro. Falando das bem aventuranças de Jesus, o orador nos fala sobre como o evangelho à luz da Doutrina Espírita pode nos auxiliar a alcançar a paz.
Vem estudar conosco!
Abraços fraternos
(Caso não consiga visualizar o vídeo, clique aqui)
quarta-feira, 26 de julho de 2017
Jesus, Guia e Modelo da humanidade
"Jesus é para o homem o tipo de perfeição moral a que pode aspirar a Humanidade na Terra. Deus no-lo oferece como o mais perfeito modelo e a doutrina que ele ensinou é a mais pura expressão de sua lei, porque ele estava animado do espírito divino e foi o ser mais puro que já apareceu na Terra.
Se alguns dos que pretenderam instruir os homens na lei de Deus algumas vezes se desviaram para falsos princípios, foi por se deixarem dominar por sentimentos demasiado terrenos e por terem confundido as leis que regem as condições da vida da alma com as que regem a vida do corpo. Muitos deles apresentaram como leis divinas o que era apenas leis humanas, instruídas para servir às paixões e dominar os homens."
Comentário de Allan Kardec à questão 625 de O Livro dos Espíritos
segunda-feira, 3 de julho de 2017
sexta-feira, 26 de maio de 2017
domingo, 21 de maio de 2017
sábado, 20 de maio de 2017
sexta-feira, 21 de abril de 2017
domingo, 19 de março de 2017
Bem-aventurados os aflitos, porque eles serão consolados
“Bem-aventurados os aflitos, porque eles serão
consolados”
Terra, mundo de provas e expiações, conforme já
explanado pela doutrina espírita. É habitat de inúmeros sofrimentos,
sacrifícios e trabalhos penosos. Local onde é necessário fazer escorrer o suor
no rosto, para que não haja momento para lágrimas após o encerramento da nossa
curta jornada reencarnatória.
Mas qual seria o propósito de tantas dores,
sofrimentos e angústias? Esclarece-nos o próprio codificador, que Deus na sua
infinita bondade e sabedoria, até mesmo para os tormentos de nossa existência, concedeu
fim útil.
Resignação, paciência e fé são alguns dos
inúmeros mecanismos de luz acionados pela dor, que Deus envia aos seus eleitos.
Deixando no espírito imortal marcas de progresso moral e intelectual.
O homem que sofre e se resigna se assemelha ao
paciente que após passar por necessária intervenção cirúrgica, queixa-se das
dores provocadas pelo procedimento médico. Contudo, se fixa alegre e
esperançoso, pois detém o conhecimento de que aquela dor, nada mais é do que
uma consequência da extração de um mau maior, cuja manutenção acarretaria
maiores prejuízos.
É necessário evitar as reclamações, as ideias
de injustiça e até mesmo a revolta. Pensamos como criaturas e não como o Criador,
que é a inteligência suprema, causa primária de todas as coisas. Percebemos de
forma limitada tudo que nos cerca, enquanto Deus percebe de forma completa.
Não nos coloquemos como injustiçados,
sofredores e esquecidos pela providência divina, diante das provações. Lembremo-nos
daqueles que foram melhores do que nós e, passaram por privações dolorosas, com
sabedoria e fé superaram cada obstáculo. O próprio Cristo, que não tinha o que
expiar, foi julgado, execrado, tomado como falso e sacrificado, no entanto
proferiu na cruz a sua luz através das palavras: “Pai, perdoa-os eles não sabem
o que fazem.”
Ademais, não obstante, conduziu o Cristo a
promessa de que receberíamos, no momento oportuno, esclarecimentos quanto o
sentido e os motivos de nossas dores, causadas por nós mesmos, seres criados
simples e ignorantes. Hoje, sabemos que o consolador prometido, se demonstra
através dos ensinamentos de benevolência para com todos, indulgência com as
imperfeições alheias e perdão das ofensas, ou seja: a caridade, como entendia
Jesus. Caridade demonstrada pelo Espiritismo, doutrina, filosofia e religião
que auxiliará os homens na marcha do progresso, ao qual estamos divinamente
obrigados.
Vitor Madureira
quinta-feira, 9 de março de 2017
quinta-feira, 2 de março de 2017
sábado, 25 de fevereiro de 2017
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2017
segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
domingo, 4 de dezembro de 2016
quarta-feira, 16 de novembro de 2016
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